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Fotos, descritivos e dicas dos melhores locais. Cachoeiras, mirantes, nascentes, poços, cavernas, trilhas e mais trilhas...

| | Cachoeira da Casca d'Anta: o cartão postal da Serra da Canastra, pode ser acessada por duas estradas.
Por cima: pela portaria 1, a 37km de São Roque de Minas, seguindo pela estrada principal e entrando à esquerda na bifurcação a 28km. Dispõe de quiosque de palha para descanso e banheiros. Os melhores poços para banho da região e a primeira queda da Casca d'Anta. Depois da primeira queda existe um grande poço e o rio segue por uma garganta (LOCAL PERIGOSO) para depois despencar 188m na queda principal.
Por baixo: a 40km de São Roque de Minas, deve-se seguir pela estrada de acesso a Vargem Bonita, atravessar a cidade, seguir em direção a São José do Barreiro (fica a esquerda da estrada) e entrar na bifurcação, ao lado do restaurante do Zé de Lima (tem camping e serve refeições preparados em fogão a lenha). Em dias de grande movimento o carro ficará na portaria. São 2km por estrada de terra e por uma trilha sombreada até o poço da queda principal.
Trilha: pode-se optar por visitar as duas partes em um só dia, existe uma trilha de 5km (e não de 3km como indicado nas placas do parque) que começa no quiosque onde tem início a trilha para o poço da parte baixa. A trilha é bem marcada.
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| | Nascente do Rio São Francisco: a 12km de São Roque de Minas, na estrada que corta o parque. Uma trilha calçada com pedras leva até a imagem de São Francisco. Duas trilhas partem perpendicularmente da imagem conduzindo até os dois córregos que formam a nascente do São Francisco. A placa com a indicação da nascente ficava próxima ao capão de mato na frente da nascente mas a visitação intensa obrigou ao IBAMA a movê-la para a beirada da estrada (todos desciam até a borda da mata para tirar fotos).
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| | Cacheira do Fundão (ou Santo Antônio): a 49km de São Roque de Minas, fica em área particular mas o acesso é feito por dentro do parque. Partindo da Portaria 1, basta seguir a estrada principal, passando pela nascente do São Francisco, entroncamentos do Rolinho e Casca d'Anta, Garagem de Pedras e entrar à direita em uma reta sinalizada com uma pedra com os dizeres "Cachoeira do Fundão". Esta estrada passa ao lado das ruínas da Fazenda Fundão e "sai" da área do Parna em uma porteira no meio de uma descida forte. Deve-se passar por mais quatro porteiras, sempre descendo. O carro fica estacionado ao lado da casa do proprietário. Dai até a cachoeira são 1.700m, uma descida, tome a trilha da esquerda, atravesse um riacho e siga na diagonal, cortando um pasto. Chegando à borda do riacho, uma trilha recente segue pelas pedras da margem direita (de quem sobe o rio). O poço é profundo e as águas geladas mas sempre cristalinas. Paga-se R$ 3,00 para entrar no parque e R$ 3,00 para visitar a área. O proprietário prepara refeições mas é necessário combinar assim que chegar ao local.
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| | Cacheira do Rasga Canga (ou parte de cima do Rolinho): a 35km de São Roque de Minas. Dentro da área do parque, usa a mesma estrada de acesso aos poços do Rolinho. Partindo da Portaria 1, basta seguir a estrada principal, após 26,5km deve-se entrar à direita e seguir mais 8,5km. Esta estrada tem duas bifurcações, nas duas basta manter sempre a direita. Do alto da cachoeira do Rasga Canga, é possível ver os poços do Rolinho, descendo pelas pedras do lado direito tem-se acesso ao poço da cachoeira e ao início da trilha que leva ao Rolinho. Local onde é encontrado o Pato Mergulhão, evite fazer barulho.
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| | Cachoeira do Antônio Ricardo e do Vento: a 22km de São Roque de Minas, estão localizadas na face norte do paredão da serra e em área particular. Seguindo pela estrada para Piumhi, deixe à sua esquerda a entrada para a cachoeira do Cerradão, o Posto de Compostagem (reciclagem de lixo orgânico), atravesse a ponte sobre um riacho e após a primeira subida, tome a sua esquerda. Ignore todas bifurcações até chegar em um entroncamento com uma igreja católica, uma Universal e uma pequena casa, local chamado de "Os Leites", entre à esquerda e logo mais adiante de novo à esquerda. Neste ponto já é possível enxergar a cachoeira do Antônio Ricardo no meio do paredão. Após um curral com muro de pedras mais um entroncamento e desta vez evite o mata burros e pegue a direita descendo, entre à esquerda no primeiro entroncamento (antes da porteira). Atravesse o riacho (se o carro for mais alto) e pare junto do curral do Antônio Ricardo. A caminhada tem vários destinos e pode levar a até 7 diferentes quedas, incluindo um canion. Em breve incluiremos o descritivo das trilhas. Por enquanto vá com um guia local. Nos finais de semana e feriados cobra-se R$3,00 por pessoa.
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| | Cachoeira do Cerradão: a 10km de São Roque de Minas, a área do lado direito do riacho foi transformada em uma RPPN e o proprietário cobra R$3,00 (aumenta para R$4,00 em feriados) pela visita. Saindo pela estrada para Bambuí, após a primeira subida e curva para a direita está o entroncamento que leva ao Cerradão. Na época das chuvas este acesso fica perigoso pois a estrada não é cascalhada, então deve-se seguir até logo depois do Posto de Compostagem, um entroncamento à esquerda desce até o povoado de Vargem Grande, lá um outro entroncamento à esquerda segue até a estrada de acesso ao Cerradão, desembocando depois do trecho perigoso. A trilha de acesso ao poço da cachoeira tem 3km e é parcialmente sombreada e sinalizada. As espécies vegetais típicas da região estão identificadas com placas de madeira. O retorno é feito por trilha diferente da ida. Evite ir em feriados ou vá bem cedo.
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| | Cachoeira do Nego: a 9km de São Roque, deve-se seguir pelo mesmo acesso da cachoeira do Cerradão, mas 500m antes deve-se entrar à esquerda subindo a serra. No alto, um novo entroncamento à esquerda e o carro fica junto da casa. A trilha segue margeando o riacho. São três cachoeiras em sequência. A segunda é de difícil acesso. Uma estrada (já tomada pelo mato) leva ao topo das cachoeiras. Seguindo rumo à nascente deste riacho é possível fazer uma travessia até o Rio do Peixe (Capão Forro).
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| | Cachoeiras do Capão Forro: a 4,5km de São Roque, são três cachoeiras e diversos poços. Devido à sua proximidade e facilidade de acesso é um dos locais mais procurados. É cobrada taxa de R$3,00. Seguindo pela estrada de acesso ao PN da Canastra, entre à direita no entroncamento sinalizado com uma placa de madeira. Deixe o carro junto a estrada principal em épocas chuvosas ou se for de tração dianteira. Logo após a porteira da entrada, tome a trilha que sobe à esquerda, mais acima passe pelo topo da Cachoeira do Capão Forro I e siga pela mata, sempre do mesmo lado do riacho até a Cachoeira da Mata. Retorne pela mesma trilha, desta vez desça pela estrada, a casa dos proprietários vai ficar à direita. 500m adiante e já é possível tomar uma ducha na Cach. do Capão Forro I. Atravessando pelas pedras chega-se à Cach. do Capão Forro II, onde costumam praticar rapel (informe-se com os proprietários). Do outro lado do riacho, descendo por uma trilha deve-se passar por uma porteira e voltar ao riacho para chegar ao Poço do Pulo, de uma parede de mais de 5 metros é possível pular no poço de águas profundas. Seguindo este rio (do Peixe) chega-se a São Roque passando pelo Poço da Picareta (R$ 2,00 de taxa).
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| | Cachoeira do Rolinho: a parte alta da cachoeira está dentro do parque, a 1km da Cachoeira do Rasga Canga. Seus poços têm mais de 50m de extensão e são profundos em algumas partes. Em breve esta área será fechada à visitação por ser habitat do Pato Mergulhão. Seguindo pela margem esquerda do riacho, chega-se às primeiras quedas da cachoeira, mas para ter uma vista de toda a cachoeira (mais de 200m de desnível escorrendo pela borda da serra) é necessário descer por uma trilha que sai do parque, necessitanto de autorização do IBAMA para tal e o acompanhamento de um guia.
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| | Poço das Orquídeas: a 7km de São Roque de Minas, em área particular, a trilha de acesso pode ser percorrida a pé, a cavalo ou de jipe. Seguindo pela estrada de acesso ao Parna, após o entroncamento para a Picareta (área de camping), começar a subida, 100m adiante uma saída à esquerda, seguir até onde for possível e deixar o carro. A caminhada segue por uma antiga estrada, repleta de buracos (cuidado se for de jipe) cada dia maiores. A estrada serpenteia, atravessa dois riachos, passa ao lado de uma torre de alta tensão, atravessa um pasto e vira a serra. Do outro lado, deve-se tomar a direita (se estiver com guia vá pela trilha, sozinho é melhor permanecer na estrada) no primeiro entroncamento. A estrada passa por uma porteira e mais um riacho e chega até um rancho antigo. Contorne a construção e siga direto. No topo, junto de uma cerca de arame, tomar a direita (a esquerda desce para Vargem Bonita). A estrada mais uma vez serpenteia, passa por uma porteira caindo aos pedaços e agora a estrada é só pedra. No topo a estrada acaba e surge uma pequena trilha. Fique atento, após uma agrupamento de arbustos uma bifurcação desce até o Poço das Orquídeas. O retorno pode ser feito por uma trilha que sobe do outro lado do riacho e chega à estrada próximo à torre de alta tensão. Não há taxas (por enquanto).
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| | Cachoeira do Zé da Lata e da Chinela: em área particular, é cobrada taxa nos finais de semana (R$2,00). Apenas um poço bom para banhos, mas existem trilhas pouco marcadas que levam a locais muito bonitos e selvagens. Detalhamento do acesso sendo preparado.
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| | Cachoeira da Lavrinha: em área particular, a taxa só é cobrada em épocas de grande movimento. Usando o mesmo acesso das cachoeiras da Chinela e Zé da lata, ou passando por Vargem Bonita. O carro fica a menos de 2km da cachoeira. O acesso é bem intuitivo pois a cachoeira é vista de longe. Tome cuidado na época seca pois o pasto que antecede a cachoeira fica infestado de carrapatos. Detalhamento do acesso sendo preparado.
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| | Cachoeira da Gurita (ou Jota): em área particular, ao lado do povoado de São João Batista, a 50km de São Roque de Minas, no lado oposto da Cach. do Lava-pés, tem fácil acesso. O poço de baixo é raso e permite que se aproxime da queda para tomar uma ducha. O poço de cima é mais fundo porém pequeno e é acessado por trilha pelo lado direito da cachoeira. Deve-se tomar cuidado com as pedras que ficam molhadas com o borrifo da cachoeira e estão sempre cobertas de limo.
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| | Cachoeira da Parida: a 88km de São Roque de Minas, deve-se seguir pela estrada do parque passando pelo entroncamento de acesso a São João Batista, continuando em direção à portaria 4 (Sacramento) e entrar a direita na região conhecida por "minério", a estrada sai do parque e tem início uma sequência de entroncamentos. Deve-se ir com um guia que conheça a região. A estrada de acesso termina em um rancho abandonado. A cachoeira não é avistada em momento algum. Ao chegar no primeiro poço é necessário atravessar nadando e subir pelas pedras. Há um pequeno canion em forma de L e a cachoeira fica escondida após esta primeira curva.
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| | Gruta do Tesouro: a 16km de São Roque de Minas, em área particular. A travessia leva cerca de uma hora e meia para grupos pequenos (até 5 pessoas) por cerca de 1.500m. A entrada da gruta fica 500m depois do curral da fazenda. O primeiro salão já apresenta espeleotemas. O segundo salão é acessado por um conduto que desce a mais de 50º na lateral direita da entrada. Deste ponto em diante deve-se seguir por dentro do riacho, afastando do curso d'água apenas em dois pontos, onde a água desaparece em fendas estreitas demais para se passar, mas sempre há uma opção de continuar. A saída da gruta é próxima ao Ribeirão da Usina, bom local para lavar a sujeira da travessia. O retorno até a fazenda é feito por trilha bem marcada. Aproveite a visita para provar e comprar o queijo canastra. A visita é paga, R$3,00 por pessoa, e é recomendável contratar um guia na cidade ou mesmo na fazenda (mais R$30,00 pelo grupo).
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| | Gruta da Capivara: a cerca de 20km de São Roque de Minas na direção do povoado "Os Leite". Esta gruta só foi visitada uma vez e foi descoberta por fazendeiros da região. Tem diversos salões, todos secos e pequenos. O acesso mais fácil é por uma fenda mas é necessário corda para descer. Em cima da gruta foram encontradas ossadas de animais que se crêem ser de capivaras, dai o nome da gruta. Existe uma outra entrada mas é apertada e fica parcialmente oculta por cactus, o que desaconselha o seu uso para entrar, mas conseguimos sair por ela. Em breve teremos o mapeamento completo.
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